Transforme este texto em poesia, se faz favor:
o porco deu a sua própria vida sem descendência cozido, não pensou no amor do dono pela sua família deixou-se embalar pelo canto do rádio que esfregou no ar com slows enquanto era esfaqueado, embrulhado, mastigado pela boca infantil do futuro professor de poesia que não desistiu de tentar pintar lábios que se beijam com ternura e ardor até morrerem de amor nos lençóis usados por tantas noites manhãs pelas mesmas duas pessoas
Teresa
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