Saturday, 30 August 2014

boa tradução














exemplo
autor: Elizabeth Gilbert
tradutora: Fernanda Oliveira
obra: Eat Pray Love


Quando se viaja pela Índia,
sobretudo por locais sagrados e ashrams,
vê-se muita gente a usar contas ao pescoço.
Também se vê muitas fotografias antigas
de iogues nus, escanzelados e intimidativos
(ou até mesmo de iogues roliços, amáveis e radiantes)
que usam igualmente contas.
Esses fios de contas são chamados japa malas.
São usados na Índia desde há séculos
para ajudar os hindus e budistas devotos
a manterem-se concentrados durante a meditação religiosa.


When you’re traveling in India
- especially through holy sites and Ashrams –
you see a lot of people wearing beads around their necks.
You also see a lot of old photographs
of naked, skinny and intimidating Yogis
(or sometimes even plump, kindly and radiant Yogis)
wearing beads, too.
These strings of beads are called japa malas.
They have been used in India for centuries
to assist devout Hindus and Buddhists
in staying focused during prayerful meditation.





não me ensines os caminhos quero rasgá-los no meu peito quando aprendemos sozinhos parece que há mais direito a ter inteira a tua alma roubar-ta quando não esperas e abraçar-te no colo sem saberes como se faz a um amor que se perdera assim andarás comigo quando de ti não souberes e não te ensino os caminhos para tomares os rumos que quiseres tenho a alma devastada de um sentimento sem fundo e sou como um saltimbanco louco que por quase quase nada se entrega ao mundo tenho a alma devastada de um sentimento sem fundo e sou como um saltimbanco louco que por quase quase nada se entrega ao mundo tenho a alma devastada de um sentimento sem fundo e sou como um saltimbanco louco que por quase quase nada se entrega ao mundo e sou como um saltimbanco louco que por quase quase nada se entrega ao mundo


  

Este libro tuvo sus comienzos sobre la espiritualidad del desierto dado en la Yale Divinity School. Fue uno de los seminarios más estimulantes en que haya participado en toda mi vida. Eramos cinco mujeres y once varones. Representábamos tradiciones religiosas muy diferentes: unitarios, discípulos de Cristo, bautistas, presbiterianos, reformados holandeses, reformados cristianos, episcopalianos, católicos romanos y ortodoxos griegos. En edad íbamos desde veinte y algo hasta casi los cinquenta. Y en quanto a la procedencia geográfica, estaban representados puntos tan distantes como los Estados Unidos e Irlanda, Holanda y Australia. Juntos tratamos de descubrir lo que los Padres y Madres del Desierto del siglo cuarto tienen que decir a los hombres y mujeres que quieren ser ministros de Jesucristo en el siglo veinte.





























 






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