Tuesday, 15 July 2014

a solidão de pensar





Que gordo! Gordíssimo!

Mas ele...
não diz coisa nenhuma.
A sua família espera e desespera.
Estará tudo bem com o Albert?
Começa finalmente a dizer coisas e,
sempre que isso acontece,
o Albert mostra-se esperto e desembaraçado.
Perto dos 3 anos,
os seus pais prometem-lhe uma surpresa.


O Albert, por vezes, é cruel para a sua irmã,
a Maja.

A pobre Maja não é a única vítima da fúria do Albert.

Um dia, uma professora que tinha sido contratada
para o preparar para a escola ficou tão aterrorizada
com o seu temperamento que fugiu, e nunca mais
ninguém lhe pôs a vista.


Mas o Albert não é só raiva e arrelias.
Às coisas que lhe agradam,
presta uma atenção obstinada.
Sente-se atraído por castelos de cartas
e constrói um com catorze andares.






Uma simples bússola, que o seu pai lhe oferecera,
deixa-o estupefacto.
Roda-a, agita-a, bate-lhe com os dedos e,
aconteça o que acontecer,
a agulha daquele engenho aponta sempre para norte!
«Qual é o "segredo" que a faz funcionar assim?»,
interroga-se Albert.




A família Einstein muda-se de Ulm para Munique,
uma cidade grande.
Aí, os pais de Albert encorajam-no a ser mais
independente, e tomam a decisão invulgar
de permitir que o pequeno Albert,
agora com 4 anos, passeie pelas ruas sozinho.


Começa então a frequentar a escola.
Entre os seus colegas, é um rapaz estranho.
Os outros adoram jogar à bola,
mas o Albert não gosta de desporto.
As paradas militares entusiasmam os outros rapazes,
mas perturbam o Albert.
E o Albert é judeu.
É o único judeu entre todos os alunos.
Alguns dos seus colegas troçam dele
e insultam-no por ser judeu.


Quando lhe fazem perguntas nas aulas,
o Albert demora algum tempo a responder,
decepcionando os professores,
que preferem respostas rápidas.


Em casa, exercita-se no violino,
especialmente com a música de Mozart.
Não é preciso nenhum professor para obrigar o Albert 
a tocar violino.


«Eu acredito que gostar ensina-nos mais 
do que o sentido de dever - pelo menos no meu caso»


Aos 12 anos,
os seus pais convidam um estudante de Medicina
chamado Max Talmud
a ir lá a casa.
O Max dá ao jovem Albert um livro de geometria.
O mundo exacto das formas, das linhas,
dos pontos e dos ângulos é uma coisa fascinante.



«Pouco tempo depois, meses apenas, 
tinha compreendido o livro completamente»
disse Max mais tarde.
«A partir daí, dedicou-se à matemática superior...
Pouco tempo depois, 
o seu génio matemático voa tão alto
que eu deixei de ser capaz de o acompanhar.»
Ao contrário dos encantos produzidos pela matemática,
os outros trabalhos escolares aborreciam o Albert.
«Os métodos de ensino estúpidos e mecânicos
causam-me grandes dificuldades», diria ele.
«Preferia receber todos os tipos de castigo
a aprender a papaguear coisas de cor.»



Com cerca de 15 anos,
os negócios do pai levam a família para Milão, na Itália.
Mas antes de poder abandonar a Alemanha,
a lei obriga-o a cumprir o serviço militar obrigatório.
Assim, fica em Munique para, primeiro,
acabar o liceu e, depois disso, ir para a tropa.
O Albert fica a viver num internato.

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With the discovery and publication in 1987 of an early correspondence between Einstein and Marić it became known that they had a daughter they called"Lieserl" in their letters, born in early 1902 in Novi Sad where Marić was staying with her parents. Marić returned to Switzerland without the child, whose real name and fate are unknown. Einstein probably never saw his daughter, and the contents of a letter he wrote to Marić in September 1903 suggest that she was either adopted or died of scarlet fever in infancy.[34][35]
Einstein, looking relaxed and holding a pipe, stands next to a smiling, well-dressed Elsa who is wearing a fancy hat and fur wrap. She is looking at him.
Elsa Einstein with her husband.
Einstein and Marić married in January 1903. In May 1904, the couple's first son, Hans Albert Einstein, was born in Bern, Switzerland. Their second son,Eduard, was born in Zurich in July 1910. In 1914, Einstein moved to Berlin, while his wife remained in Zurich with their sons. They divorced on 14 February 1919, having lived apart for five years.
Einstein married Elsa Löwenthal on 2 June 1919, after having had a relationship with her since 1912. She was his first cousin maternally and his second cousin paternally. In 1933, they emigrated to the United States. In 1935, Elsa Einstein was diagnosed with heart and kidney problems and died in December 1936.











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