Wednesday, 23 July 2014

Educar





A formação de quadros é a base que permitirá o triunfo futuro das fábricas, das empresas e do país em geral. Aquele que talvez sacrifique hoje algumas horas de trabalho ou algo da produção imediata, mas que ganhe, graças ao aumento da produtividade no futuro, e com juros, o que perdeu hoje, pode-se dizer que compreendeu perfeitamente o processo da produção socialista numa empresa ou organismo do Estado.

Essa é uma das tarefas mais importantes, à qual nos devemos dedicar actualmente, a fim de nos prepararmos e criarmos as condições necessárias à obtenção de um maior número de técnicos capazes nos anos futuros. Com este fim foi elaborado um plano minucioso juntamente com os países socialistas e que está já em vias de realização.

Se bem que não possamos moldar os seres humanos em formas rígidas para os classificar em função dos seus méritos, e adicionar aritmeticamente os valores de classificação parcial de modo a obter um total, porque se trata de um todo, pode-se dizer que o director de empresa ou de fábrica será perfeito se reunir as seguintes qualidades: querer o interesse da classe operária e do país em geral, e o sucesso da sua unidade de trabalho em particular; coordenação com todos os organismos revolucionários adicionada à decisão e autoridade para resolver sob a sua própria responsabilidade os problemas que se põem; capacidade para atingir um nível administrativo tal que possa abarcar o conjunto da produção e ter um contacto pessoal e directo com as massas; saber comandar objectivamente em função dos seus conhecimentos, mas saber também dar o exemplo; conhecer a teoria da planificação e os seus problemas, bem como a tecnologia da sua unidade de trabalho; ter ultrapassado o nível intelectual médio e continuar a instruir-se constantemente, mas sentindo-se membro da classe operária e recorrendo a ela para colher experiência; capacidade para esquecer o mínimo interesse pessoal; capacidade para pôr o cumprimento das regras e deveres revolucionários à frente da amizade pessoal; saber estimar os indivíduos pelos actos, objectiva e totalmente, e não por aspectos pessoais ou pelas palavras; saber juntar à maior disciplina administrativa a audácia e a iniciativa revolucionárias; cooperar no desenvolvimento técnico e político da classe operária, dando as maiores facilidades aos trabalhadores para estudar; ter aprendido definitivamente que as grandes verdades científicas do movimento revolucionário devem ser completadas pelo trabalho constante e objectivo, tendo em conta a realidade e trabalhando-a com a arma da teoria.

Teoria e prática, decisão e discussão, direcção e orientação, análise e síntese são contraposições dialéticas que o administrador revolucionário deve conhecer perfeitamente.

Che Guevara
Junho de 1961
Revista «Trabalho»




tradução de Manuel Reis Ferreira







'You go into a hospital, and it's full of wounded kids,'' she once said. ''So you write what you see and how it is. You don't say there's 37 wounded children in this hospital, but maybe there's 38 wounded children on the other side. You write what you see.''


''Behind the barbed wire and the electric fence,'' she wrote of her visit to Dachau, ''the skeletons sat in the sun and searched themselves for lice. They have no age and no faces; they all look alike and like nothing you will ever see if you are lucky.''
She covered Russia's war against Finland in 1939, trekked across China with Hemingway in 1940, and became increasingly critical of the United States, which she saw as a ''colonial power,'' eventually settling abroad for good. She covered Vietnam, Nicaraguan contras, the Arab-Israeli conflict and, at the age of 81, the United States invasion of Panama. It was only when war came to Bosnia that she gave it a pass.
''Too old,'' she said. ''You have to be nimble for war.''
Ms. Gellhorn's war correspondence was collected in ''The Face of War'' in 1959. She always focused on ordinary foot soldiers and civilians, ignoring the generals. Her peacetime journalism was collected in ''The View From the Ground'' in 1988.

Ms. Gellhorn's father was a doctor in St. Louis with progressive notions and her mother, whom she adored, was a suffragist and social reformer who sometimes took her daughter with her to rallies and protests. Her father pulled her out of a convent school when he discovered the nuns were teaching female anatomy with a textbook that had its pictures covered and transferred the girl to a progressive coeducational school of which her mother was a co-founder.

She is survived by her son, George Alexander Gellhorn of London, and a brother, Alfred Gellhorn of New York.

Ms. Gellhorn had decided that she could no longer live in the United States, and moved from Cuba to Italy to Mexico to Kenya until finally settling in Britain, where she spent her last 15 years shuttling between a small cottage in Wales, an apartment in London and the world's trouble spots. Her South Kensington apartment became a kind of salon for writers and foreign correspondents.

''I'm overprivileged. I've had a wonderful life. I didn't deserve it but I've had it.''



Vertigo

Rise and Fall



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